Entrevista Depressão | Dr. Paulo Pereira

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A prática da yoga tem efeito positivo em depressão e distúrbios do sono mesmo sem medicamentos, e aliviar os sintomas associados àesquizofrenia, déficit de atenção em pacientes em tratamento, de acordo com uma recente revisão de mais de cem estudos sobre o tema publicado na revista Frontiers in Psychiatry.

O professor de psiquiatria e medicina do Centro Médico da Universidade de Duke, P. Murali Doraiswamy, autor do estudo, explicou que as evidências científicas sobre a prática milenar são altamente promissoras tanto para controle dos sintomas quanto na ajuda ao tratamento de doenças psiquiátricas pela yoga, além de ter papel importante na prevenção de doenças relacionadas ao estresse.

O estudo conclui que há evidências emergentes de estudos randomizados para apoiar crenças populares sobre yoga para sensivel melhora dadepressão e distúrbios do sono, lembrando que limitações da literatura incluem incapacidade de fazer estudos duplo-cegos, multiplicidade de comparações dentro de pequenos estudos, e da falta de replicação.

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Depressão Nervosa

Vincent van Gogh, que sofria de depressão e cometeu suicídio, pintou quadro em 1890 de um homem que emblematiza o desespero e falta de esperança sentida na depressão.

O transtorno depressivo maior diferencia-se do humor “triste”, que afeta a maioria das pessoas regularmente, por se tratar de uma condição duradoura (a maior parte do dia, quase todos os dias, pelo menos 2 semanas), de maior intensidade ou mesmo por uma tristeza de qualidade diferente da tristeza habitual, acompanhada de vários sintomas específicos e que trazem prejuízo à vida da pessoa. A distimia é um outro tipo de transtorno depressivo caracterizado por sintomas de menor intensidade, mas com caráter bastante crônico (a maior parte do dia, quase todos os dias, pelo menos 2 anos). Ou seja, depressão não é tristeza. É uma doença que precisa de tratamento.

O transtorno depressivo, também chamado de perturbação depressiva em Portugal, é um transtorno psiquiátrico que afeta pessoas de todas as idades. Caracteriza-se pela perda de prazer nas atividades diárias (anedonia), apatia, alterações cognitivas (diminuição da capacidade de raciocinar adequadamente, de se concentrar ou/e de tomar decisões), psicomotoras (lentidão, fadiga e sensação de fraqueza), alterações do sono (mais frequentemente insônia, podendo ocorrer também hipersonolência), alterações do apetite (mais comumente perda do apetite, podendo ocorrer também aumento do apetite), redução do interesse sexual, retraimento social, ideação suicida e prejuízo funcional significativo (como faltar muito ao trabalho ou piorar o desempenho escolar).1 2

TDAH

TDAH – Abalando o modelo atual de ensino

José Geraldo Rabelo Especial para  Opiniãopública

Segundo José Geraldo Rabelo psicólogo holístico, psicoterapeuta espiritualista, parapsicólogo, filósofo clínico e artista plástico publicou hoje no Diário da Manhã, vivenciamos hoje uma grande transformação da humanidade em todos os sentidos, a natureza parece estar revoltada com nossa agressão a ela; mas não somente a natureza se encontra em processo de transformação, mas, principalmente, o ser humano que também é parte da natureza.

Durante um bom período de estudos sobre o comportamento infantil e o Transtorno do Déficit de Atenção, poucas novidades surgiram até a década de 70, mais ou menos, a partir dai surgiram crianças com determinadas características que as diferenciam das demais, pois um número cada vez maior de crianças especiais vem surgindo na humanidade.

Estudiosos no assuntos começaram a perceber em determinadas crianças um comportamento diferenciado e os estudos denominaram crianças com um grau de atividades além do que denominamos “normal”; crianças agitadas, violentas, inquietas e de difícil educação, como TDAH – crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade; também foram identificadas crianças com TDA – Transtorno  de Déficit de Atenção; crianças essas que, normalmente, possui dificuldade de aprendizagem, são desatentas, ficam “voando” em sala de aula; porém não possuem hiperatividade como o grupo anterior.

A partir da década de 80, começaram chegar na terra crianças Ìndigos. São crianças espetaculares, que chegam para ajudar a Humanidade na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e das classes sociais. Estas crianças são como catalisadores da nova consciência e vêm desencadear as reações necessárias para as transformações.

Estas crianças possuem uma estrutura cerebral diferente naquilo que toca ao uso das potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Elas ajudar-nos-ão a destituir dois paradigmas da humanidade.

Não são crianças gênios, nem tão pouco crianças superdotadas.  Mas são crianças diretas, com grande conteúdo moral, fraternais, humanistas e pacifistas.

Jamais aceitam um não como resposta; mas querem um acordo com o adulto; pois não aceitam um não sem uma explicação. A criança índigo não tem medo – ela não se deixa ‘castrar’. Impõe sua opinião e são grandes questionadores. Mas ao mesmo tempo são passivas e preferem o diálogo aberto às desculpas sem um sentido lógico, muitas vezes, usadas pelos pais.

Elas falam o que acha do adulto, por serem capazes de perceber e identificar a maldade dos adultos. Sua sinceridade, muitas vezes, deixam os adultos em “dificuldades”.

A família que tem uma criança índigo deve, a priori, rever seus conceitos, seus comportamentos e atitudes que geram energias positivas ou negativas no ambiente familiar e essas energias são facilmente capitadas pelas crianças índigos.

As crianças índigos são agentes de transformação. São crianças que precisam de uma educação supervisionada, pois caso contrário podem perder todo seu potencial.

Embora eles tenham habilidades diferenciadas das demais crianças; elas também têm suas dúvidas, suas dificuldades de relacionamento com o mundo, por ter suas limitações.

São crianças que requerem cuidados especiais dos pais ou de especialistas que as compreendem e estudam esse perfil da criança índigo; pois, muitas vezes, elas se sentem mais importantes que as demais e isso não é verdade. Portanto, devemos trabalhar os dois lados da moeda em busca de um equilíbrio. Caso contrário elas se tornarão crianças insuportáveis.

Já tivemos casos de crianças fortemente armadas que entram em sala de aula e matam sem, contudo, estarem conscientes de tais atos, apenas querem atenção ou querem ocupar um lugar no lar e na sociedade; mas não se sentiram compreendidas; pelo contrário se sentiram ignoradas, futilizadas e tratadas como pessoas doentes. A criança índigo não possui, a priori, nenhuma patologia em detrimento de seu comportamento.

Elas ajudar-nos-ão a diminuir o distanciamento entre o pensar e o agir. Hoje na nossa sociedade todos sabem o que é certo ou errado. No entanto, nós frequentemente agimos diferentemente do que pensamos. Dessa maneira, estas crianças vão nos induzir a diminuir este distanciamento gerando assim uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos inter-relacionamentos.

O elas também nos ajudarão a mudar o foco do eu para o próximo, inicialmente a partir do restabelecimento da autenticidade e confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e considerar mais o próximo do que a nós mesmos. Como consequência, teremos a diminuição do egoísmo, da inveja, das exclusões, resultando numa maior solidariedade, partilha e cooperação entre todos os seres.

Elas nos ajudarão no questionamento e transformação de todas as entidades rígidas que as circundam. Começando pela família, que hoje se baseia na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Estas crianças simplesmente não respondem a estas estruturas rígidas porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm uma “intuição” nata para perceber as verdadeiras intenções e, mais, não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz qualquer resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade. Elas percebem as verdadeiras intenções e as fraquezas dos adultos.

A segunda entidade vulnerável à ação dos Índigos é a Escola. Hoje o modelo de ensino tem um carácter impositivo sem muita interação, sem tempo para escutar e sem a participação dos estudantes. Simplesmente este modelo é incompatível com os Índigos, sendo que este é o pior dos conflitos para eles, muitas vezes superior ao existente na Família, principalmente pela falta de vínculos afetivos e amorosos. Como elas possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas vulgares de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino.

FIBROMIALGIA – Desabafo de uma fibromiálgica.

Danny Ramos

Ser diagnosticada com uma doença incurável com um tratamento tão abrangente quanto os efeitos da doença no meu corpo, não é fácil.

Uma doença ainda desconhecida de muitos médicos e mais ainda do público não cientifico.
Na verdade a doença ainda é desconhecida até e principalmente para seus portadores.
Às vezes sinto como se meu corpo tivesse sido invadido por outro corpo estranho, e dentro de mim uma luta se trava de mim contra mim mesma, nem sei se essa expressão existe rsrsrs
Contudo, posso não saber explicar o que sinto, mas sei que sinto, mas também confesso que às vezes fico duvidando que esteja sentindo o que sinto.

É bizarro, eu sei, tenho que concordar com você querido leitor.
Porém, acredito que a pior doença não seja a que atormenta o meu corpo e sim aquela que atormenta a mente de muitas pessoas, a ignorância.
A ignorância é a…

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Depressão e o acidente com a Germanwings

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Presidente do Royal College of Psychiatrists recomenda cautela sobre as chamadas para as pessoas que sofrem de depressão a ser impedidos de trabalhar como pilotos, segundo o The Guardian.

Psiquiatra mais antigo da Grã-Bretanha, alertou as autoridades aéreas para evitar uma reação automática para o acidente do voo Germanwings, insistindo que a depressão não deve levar a uma proibição vitalícia para pilotos da aviação comercial.

A intervenção veio como foi relatado que Andreas Lubitz, o co-piloto que acredita-se ter deliberadamente derrubado o aviao do voo 4U9525 para os Alpes, matando todos os 150 passageiros a bordo, incluindo três britânicos, tinha secretamente procurado tratamento para problemas de visão que podem ter sido associados à sua história de doença mental.

Reivindicações que Lubitz, de 27 anos, sofreram um longo período de depressão grave em 2008 e pode ter escondido problemas cronicos que levaram a mudancas nos voos para aqueles com histórico de distúrbio a ser impedidos de voar para as companhias aéreas comerciais.

Em um sinal de preocupação em massa em função da tragédia, foram reportados relatos na áltima semana de que pilotos que ofereciam garantias pessoais aos passageiros sobre sua condição mental. Uma mulher twittou: ” O piloto no meu voo Delta anuncia que ele e o co-piloto são ex-militares e que ambos temos esposas e crianças e somos muito felizes.”

O professor Simon Wessely, que é presidente do Colegio Real de Psiquiatras e assessor do exército britânico, pediu que as autoridades da aviação civil e companhias aéreas evitem as repetidas reações de pânico que muitas vezes seguem de forma semelhante após casos chocantes, como os crimes do Manchester GP. Uma vez que as questões envolvendo acidentes têm sido levantadas sobre os regulamentos da União Europeia que permitem pilotos a voar para companhias aéreas comerciais, no mínimo, quatro semanas após os sintomas de depressão terem remissao. Pilotos também estão autorizados a voar se eles estiverem livres de sintomas, mas em uso de antidepressivos.

Documentos da Autoridade de Aviacao Civil inglesa estimativam que cerca de 100 pilotos comerciais no Reino Unido têm algum histórico de depressão, estando 42 deles atualmente em uso de medicação.

Veja tambem: No Brasil, mortes por depressão crescem 705% em 16 anos

 

Wessely disse ao Observer: “Não é uma boa idéia apressar-nos; é Como resposta ao Dr Shipman, um evento totalmente bizarro e imprevisível não é uma boa base para alterar políticas de aviacao. “Por que é como dizer que, se você já tem um histórico de depressão, então você não deve ter permissão para fazer nada. Isso está errado, tanto quanto dizer que as pessoas com uma história de braços quebrados não devem ser autorizados a fazer algo. ”

 

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E na mídia, a cada momento vemos mais noticias de morte associadas a essa doenca, no caso recente de Robin Williams nos Estados Unidos assima exemplo do brasileiro Fausto Fanti, do mal dos comediantes aflitos, gente que ri e faz rir, porém sem ser feliz.

Causas da depressão

Segundo especialistas, o aumento de suicídios e de mortes associadas à depressão está relacionado com dois principais fatores: o aumento das notificações e o crescimento de casos do transtorno.

“Como o assunto é mais discutido hoje, há maior procura por atendimento médico e mais diagnósticos. Mas também está provado, por estudos epidemiológicos, que a incidência da depressão tem aumentado nos últimos anos, principalmente nos grandes centros”, disse Miguel Jorge, professor associado de psiquiatria da Unifesp.

Jorge explica que, além do componente genético, que pode predispor algumas pessoas à doença, fatores externos da vida atual, como o estresse e a grande competitividade profissional, podem favorecer o aparecimento da doença.

No caso dos idosos, a chegada de doenças crônicas incuráveis, o luto pela perda de pessoas próximas e a frustração por não poder mais realizar algumas atividades os tornam mais vulneráveis à depressão e ao suicídio.

“Um estilo de vida estressante, o uso de drogas e álcool e insatisfação em diversas áreas são fatores de risco para a doença. Fazer escolhas pessoais e profissionais que ajudem a controlar esses fatores é uma forma de prevenir a depressão”, diz o especialista.

O que é TDA/H?

Será que eu tenho TDA? Se você já se perguntou isso antes, saiba que, justamente por tratar-se de uma doença sutil e de dificil diagnóstico, muitos pacientes se perguntam se realmente têm a doença, muitas vezes até saindo de uma consulta sem a resposta bem definida…

O que se observa frequentemente é um paciente que passa a alternar entre vários médicos e psiquiatras durante alguns anos até conseguir encontrar um especialista não só em psiquiatria infantil, mas em TDA/H.

Veja mais na entrevista abaixo com o Dr. Paulo: